Depoimentos
O que muda quando o trabalho é feito com rigor
Relatos de participantes e organizações que passaram pelos programas da Talhe.
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O que os participantes dizem
Paula Ataíde
Gerente de RH · Goiânia
"Fiz o workshop esperando algo parecido com o que já tinha feito antes — uma tarde de dinâmicas e um certificado. O que aconteceu foi diferente. As oito rodadas de prática foram exaustivas no bom sentido. Saí com coisas que consigo fazer, não só nomear."
Julho de 2025
Rafael Menezes
Diretor de Operações · Aparecida de Goiânia
"O cohort foi útil porque a prática acontece sobre situações que você está vivendo agora, não sobre cenários genéricos. No meu caso, estava no meio de uma reorganização de área com resistência de dois gerentes — três sessões cobriram exatamente aquilo. O canal de pares depois do encerramento também foi usado mais do que esperava."
Julho de 2025
Camila Fonseca
Coordenadora Financeira · Goiânia
"A parte de verificar interpretações em voz alta mudou como eu conduzo reuniões de alinhamento. Parece óbvio, mas é a coisa que ninguém faz. O retorno do facilitador foi direto e específico — sem aquele eufemismo de 'você poderia tentar explorar mais'. Valeu a jornada."
Agosto de 2025
Lucas Brito
Gerente de Projetos · Goiânia
"Participei do cohort com expectativa de que seria mais uma formação de liderança. Fiquei surpreso com o quanto o grupo fixo faz diferença. Passar quatorze semanas com as mesmas dez pessoas, de empresas diferentes, traz uma franqueza que não consigo em treinamentos internos."
Agosto de 2025
Thaís Silveira
Diretora de Pessoas · Anápolis
"Contratamos o programa completo. O mapeamento inicial foi mais honesto do que esperávamos — a equipe da Talhe não validou o que queríamos ouvir, apontou onde os conflitos realmente se acumulavam. Foi desconfortável mas necessário. Oito meses depois, temos oito facilitadores internos conduzindo as sessões sozinhos."
Julho de 2025
João Nogueira
Sócio-Gerente · Goiânia
"Mandei três sócios para o cohort porque tínhamos um padrão de reuniões de alinhamento que sempre terminavam sem decisão clara. Depois do cohort, isso mudou — não porque aprendemos a concordar, mas porque aprendemos a combinar próximos passos específicos antes de sair da sala."
Agosto de 2025
Estudos de Caso
Como o trabalho aconteceu
Situação inicial
Empresa de logística, 180 funcionários
Dois gerentes de área com atribuições sobrepostas acumulavam divergências que chegavam à diretoria como decisões urgentes. A diretoria passava tempo excessivo arbitrando conflitos que deveriam ser resolvidos entre as partes.
O que foi feito
Os dois gerentes participaram do cohort em turmas distintas (por confidencialidade das práticas). Ao longo das 14 semanas, ambos trabalharam a habilidade de verificar interpretações e combinar próximos passos antes de escalar. Após o encerramento, conduziram uma sessão de alinhamento supervisionada pela Talhe.
Resultado
A frequência de escaladas para a diretoria caiu significativamente nos dois meses seguintes ao encerramento do cohort. Os gerentes documentaram um acordo de trabalho que define como lidam com decisões sobrepostas — sem arbitragem externa.
"A mudança não foi que paramos de discordar. Foi que agora conseguimos encerrar a discussão com algo concreto para fazer." — Gerente participante
Situação inicial
Instituição de ensino, 240 colaboradores
A coordenação pedagógica relatava dificuldade para conduzir reuniões de avaliação curricular: professores com posições fortes e pouco espaço para verificar se as interpretações mútuas estavam corretas antes de defender a própria posição.
O que foi feito
Quarenta coordenadores e professores participaram de três turmas do workshop ao longo de dois meses. O foco foi nos movimentos de verificar e combinar — identificados no mapeamento inicial como os mais ausentes nas reuniões de equipe.
Resultado
As reuniões de avaliação curricular passaram a terminar com uma lista de próximos passos atribuídos. A coordenadora relatou redução no tempo médio de reunião — não porque as discussões ficaram mais curtas, mas porque os encaminhamentos ficaram mais claros.
"Antes a gente saía sabendo o que pensava cada um. Agora a gente sai sabendo o que vai fazer cada um." — Coordenadora participante
Situação inicial
Distribuidora regional, 90 funcionários
A empresa queria desenvolver capacidade interna de facilitar conversas difíceis, mas não tinha estrutura para isso. Dependia de consultorias externas para qualquer conflito de maior complexidade.
O que foi feito
Programa completo de oito meses. O mapeamento inicial identificou os três pontos de maior atrito — entre vendas e logística, entre financeiro e comercial, e nos processos de tomada de decisão em reuniões de diretoria. O currículo foi desenhado em torno dessas três situações.
Resultado
Ao encerramento, oito facilitadores internos estavam conduzindo sessões de forma autônoma. A empresa recebeu todos os arquivos-fonte editáveis e passou a rodar o programa sem suporte externo. Revisões trimestrais por dezoito meses monitoram a consistência.
"Valeu o investimento porque o programa ficou com a gente, não foi embora quando o contrato terminou." — Diretor de Operações
Números
A Talhe em dados
340+
Participantes formados
4,7
Avaliação média
11
Programas completos entregues
11
Anos de prática em campo
Contato
Fale com a equipe Talhe
Sábado: 09h00 às 13h00
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